Este artigo discute como os mapas colaborativos podem subverter a lógica de vigilância e poder ao permitir que cidadãos editem e adicionem informações. Analisa especificamente o mapa #buracosfortaleza, que mapeia buracos nas ruas de Fortaleza. Argumenta que este mapa permite que os habitantes expressem insatisfação e atualizem informações de forma descentralizada.